LIVRO DAS ALMAS - compatibilidades

LIVRO DAS ALMAS - compatibilidades

 

Livro das Almas

Compatibilidades

 

Os grupos de almas gémeas, cruzam-se por vezes, mas os resultados são significado de desavenças, ódios, guerras, separações, divórcios. Em suma, litígios de toda a ordem.

Dentro de um mesmo grupo estarão criadas as condições para que se viva em paz e harmonia, pese embora sobressaltos ou percalços da vida.

Não significa portanto que, pelo simples facto de se pertencer a um mesmo Grupo Espiritual, a vida seja feita de rosas.

Lembremos-nos que cada um de nós está num estágio diferente, com variadas experiências.

É como se estivéssemos todos numa grande escadaria, mas separados por grupos que se situam nos vários degraus ou nos vários patamares.

Entendemos-nos todos, aproximamos-nos por empatia, convivemos facilmente, enamoramos-nos com relativa facilidade, não significando que tenhamos todos de nos anularmos perante os outros do mesmo Grupo Espiritual.

Já, quando se trata de nos misturarmos com seres de um outro Grupo Espiritual, as fricções são contínuas, os desentendimentos habituais, atritos, discussões, sobranceria, racismo, xenofobia, guerras…

Analisamos e avaliamos também que, membros de um mesmo grupo são desestabilizados quando um ou vários membros do outro grupo se imiscuem provocando assim a discórdia em termos individuais, pessoais, dentro de um mesmo lugar ou país, separando países e até continentes.

Famílias desavindas acontecem, portanto, quando por questões de resgate cármico, um membro de um Grupo Espiritual diferente escolhe nascer de determinada mãe apenas com o propósito de pagar ou cobrar dívidas de vidas passadas.

O mesmo fenómeno acontece em casamentos entre membros de Grupos Espirituais distintos

Os povos sempre em guerra, uns contra os outros, pertencem a grupos de reencarnação distintos.

Líderes políticos que buscam a guerra, escolhem líderes de países que fazem parte do outro grupo de seres para desestabilizarem e, numa qualquer forma de avanço ou conquista hegemónica, provocarem as guerras que vamos conhecendo.

É assim que, mesmo quando tudo indica que este ou aquele país “tem razões” para entrar em guerra com um outro, nos admiramos de isso não acontecer. É claro que farão parte do mesmo grupo de almas gémeas, sendo portanto de pôr de parte beligerâncias entre si.

Inconscientemente, buscamos ou atraímos inimigos que pertencem ao grupo diferente ao qual pertencemos.

Ao cruzarmos-nos com alguém, inconscientemente somos alertados em forma de empatia ou aversão por este ou aquele indivíduo. Sem o sabermos, atraímos-nos ou rejeitamos-nos em função do grupo a que pertencemos.

Se estiverem atentos verificarão que, colegas de trabalho escolhem os seus companheiros em função de uma determinada empatia e isso nota-se no primeiro momento e que depois se vai desenvolvendo.

Também é verdade que quando determinado gestor, chefe, encarregado ou qualquer responsável de um qualquer grupo ou empresa, simpatiza/ajudando um subalterno, farão parte do mesmo grupo espiritual ancestral.

Se por contrário há antipatia/dificultando o trabalho de determinado colaborador ou grupo, isto, significará seguramente que farão parte de grupos espirituais ancestrais distintos.

Isto é fácil de verificar.

Casais que se divorciam de forma litigiosa, pertencem seguramente a grupos espirituais distintos.

É sabido que a ligação sentimental entre grupos espirituais diferentes provoca na mulher um sentimento de protecção, nomeadamente maternal, enquanto que no homem esse sentimento tende a ser de posse doentia.

Em casais formados é comum existirem crimes passionais. Os mínimos motivos, onde o ciúme impera, dão origem a violência doméstica. Entende-se este facto, cármicamente, pela eliminação terrena de elementos de um outro grupo espiritual.

Devemos por maioria de razões, escolher vivermos e sobretudo casar, entre humanos do mesmo Grupo Espiritual.

Nós conhecemos-nos. Convivemos com naturalidade e pacificamente.

Instintivamente, nós seleccionamos amigos, pares, parceiros de negócios, que pertencem ao mesmo Grupo Espiritual.

Nunca foi pacífica a coexistência entre seres de Grupos Espirituais diferentes, havendo sempre a tentativa de subjugação, domínio, no campo material, nos sentimentos, nas relações.

O cruzamento ou mistura entre seres de Grupos Espirituais diferentes nunca foi regra, antes excepção muito rara. Esta ínfima percentagem deu origem, ao longo dos tempos, a desavenças, separações, ódios, tragédias. Não raras foram as vezes em que o homicídio, a chacina, o suicídio colectivo no seio familiar culminaram uma vida de maus tratos, psíquicos e/ou físicos, hoje chamados vulgarmente de violência doméstica. Esta situação extrema acontece sobretudo quando o homem pertence ao Grupo Espiritual indicado no Livro das Almas como “grupo A”.

A miscigenação, tal como acontece com a genética terrena não é possível na genética espiritual. Os pontos de luz não se misturam, aliás se assim fosse, não haveria neste momento e em toda a humanidade, Grupos Espirituais distintos.

É portanto improvável que dois seres de Grupos Espirituais diferentes possam alterar as regras instituídas desde o início dos tempos e viverem pacificamente. Até constituem família, não havendo registos, ou muito poucos, de relações que tenham vingado e, quando isso acontece será porque o homem pertence ao Grupo Espiritual “B” que se subalterniza à mulher (do Grupo Espiritual “A”) num procedimento oposto ao que sucede com os homens de outro Grupo Espiritual.

É em função do número de vezes que nos encontramos no passado, em função do tipo de relacionamentos que tivemos, que sabemos de fonte segura, quais as garantias de uma vivência ou convivência futura com as pessoas indicadas.

Há portanto a necessidade de analisar a compatibilidade espiritual entre duas pessoas quando se pretende namorar, conviver, fazer negócios, escolher trabalho ou emprego…

Tão simples como analisar o ADN genético físico é fazermos a análise do “ADN” genético espiritual.

Ver como proceder AQUI.

Saber a que Grupo Espiritual cada um pertence, é uma forma de salvaguardar ou garantir que estão tomadas, à partida, garantias que nos permitem escolher o par da nossa vida, o parceiro de negócios, vizinhos ou colegas com quem nos devemos ou não relacionar. 

Eventualmente, saber ou reconhecer o porquê de um relacionamento falhado, um negócio ruinoso, a altercação habitual ou constante com o vizinho do lado ou com determinado colega de trabalho.